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bits and pieces
Uma pessoa que trabalhou comigo de 97 a 00 está morando aqui em Marília (trabalha na Marilan). Combinamos de almoçar juntas hoje. Foi moooooito bacana! Falamos sem parar, minha comida até esfriou. Não éramos amigas na época, mas é um amor de pessoa, fiquei super contente por encontrá-la aqui. Mundo pequeno!
Vou deixar de ser a única pessoa que eu conheço que nunca viu Lost. Pronto, mais uma série pra minha lista de vícios. Falando nisto, aluguei a 1a temporada de Dallas. Sooo cheesy! Me diverti. Tá, tô velha mesmo - passou na TV em 1978.
Terminei de ler o Almanaque dos Anos 80. Adorei.
Meu Palm Top foi ressucitado (deixei acabar a bateria e tinha perdido tudo...). Agora não tenho mais desculpa pra esquecer as coisas. O problema é que eu esqueço de anotar lá as coisas que tenho pra fazer.
Escrito por Kris às 13h31
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Broken (Jack Johnson)
I didn't know what I was looking for So I didn't know what I'd find I didn't know what I was missing I guess you've been just a little too kind And if I find just what I need I'll put a little peace in my mind Maybe you've been looking too Or maybe you don't even need to try Without you I was broken But I'd rather be broke down with you by my side
Escrito por Kris às 12h20
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Estou com cólica e mal-humorada. O problema é que daí também me dói a cabeça, as costas, as pernas, fico enjoada, meio mole. Estou preocupada com a minha tia que vai ser operada hoje. Não deu pra voltar pra São Paulo. Liguei ontem mas nem consegui falar direito, quase comecei a chorar no ouvido dela (ela vai ser operada e quem chora sou eu. Não, eu não sou normal). Tudo está me irritando, estou uma pentelha. Bff.
Escrito por Kris às 13h16
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continuando...
Na segunda, depois de descobrir que não tinha médico, fui com meus sobrinhos e minha mãe até o shopping Villa-Lobos. Sabe que achei bem mais ou menos? Eu esperava mais, falam tanto que é luxuoso e blá blá blá. Mais um dia inútil e eu já estava ficando puta da vida de ter ido à toa pra São Paulo. Felizmente eu já havia combinado com meu amigo Ricardo de sairmos pra tomar cerveja na 3a. Fizemos uma happy hour no antigo Santo Bar, na Rui Barbosa (esqueci o novo nome). Bem botecão mesmo, só tinha eu de mulher. Rimos bastante, reclamamos da vida, contei histórias sem fim (esse tem saco pra me agüentar, rs). Tomamos umas 12 cervejas (tá, ele é bem maior que eu, bebe mais rápido). No meio da conversa, nem lembro direito como, ele - são-paulino rooooxo - me convidou pra ir ao jogo do São Paulo x Grêmio, na 4a. Disse pra eu levar minha amiga Dri e o namorado; liguei pra ela, que topou na hora. Obviamente nós não tínhamos ingresso; ele garantiu que a gente entraria no jogo sem problemas. O combinado era nos encontrarmos com ele e os amigos no Mercearia São Roque na 4a, lá pelas 17:30h. Sairíamos às 20h (o jogo era às 20:30h). Cheguei meio com vergonha, não conhecia ninguém. Todo mundo bebendo e eu pensei "Gente, como é que vão no banheiro depois, no estádio?". Ca-la-ro que eu queria beber também e perguntei se tinha banheiro perto de onde iríamos sentar no estádio. Hehe, resposta afirmativa - então manda um chope. De repente, a mesa tinha mais de 20 pessoas, não parava de chegar gente - um que conhece o outro e outro e outro. Quase levei um belo tombo quando levantei da mesa - abafa. Chegamos no Morumbi atrasados, o jogo já havia começado e perdemos os 2 primeiros gols (chegamos lá e eu corri pro banheiro, óbvio. Sendo que fui 3 vezes no Mercearia). Nem paguei, meu amigo me deu um ingresso (ehehe). Foi bem legal, ficamos nas cativas. Essa foi a 2a vez que fui ao estádio, a primeira foi em 92 ou 93, não lembro. Quando o jogo terminou fomos tomar "duas cervejas" no Portão 5, pizzaria que tem lá no estádio (eu, entendidíssima de futebol, nunca tinha ouvido falar). Depois de umas 18 cervejas (estávamos em 5) e 2 pizzas, pediram pra irmos embora da pizzaria porque queriam fechar, haha. Já era quase 1 da manhã, mas vê lá se eu posso com isso? Uff, cheguei em casa e ainda tive de arrumar a mala pra voltar pra Marília na 5a às 10 da manhã. Não dormi nada. A viagem foi tranqüila, pneus intactos. Cheguei em Marília e ainda tive pique pra sair à noite, hehe.
Detalhe: eu entendo taaaanto de futebol que, depois de assistir o jogo por uns 5 minutos, perguntei discretamente pra Dri de que lado o São Paulo marcava gol.
Escrito por Kris às 18h31
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Como eu havia marcado uma consulta médica na 2a à tarde, decidi ir pra São Paulo na sexta à noite, assim daria tempo de reunir meus amigos em casa, ir à minha manicure, ao Tordesilhas, etc. Saí daqui às 23:30h. Friozinho, todo mundo dormindo, uma beleza. Às 3:45h o ônibus parou na estrada, acordei porque acenderam a luz. O motorista, na maior calma, vem andando até o meio do corredor, olha pra uns caras sentados na última fila e diz "será que dá pra vocês me ajudarem porque a roda tá pegando fogo?". Dois caras desceram com ele. Olhei pela janela, era uma das rodas do meu lado - estava uma fumaceira só e dava pra ver aquele clarão das labaredas. O bizarro da história é que ninguém se mexeu dentro do ônibus. A roda pegando fogo e todo mundo voltou a dormir, hahahahaha! Não acreditei. Eu não sou mesmo de me desesperar nessas situações, mas achei engraçadíssimo o fato de absolutamente ninguém dar a mínima para o acontecimento. Coloquei minhas botas (vai que pedem pra gente sair correndo depois - pelo menos eu estava prevenida), liguei Jack Johnson no iPod, entrei embaixo do cobertor e dormi também. Ficamos parados 2h na estrada, mandaram outro ônibus pra nos resgatar. Em vez de chegar às 5:15h, cheguei às 7:30h, morta - o segundo ônibus era horrível, não dava pra dormir. Fora que eu estava com dor de barriga e, pelo menos pra mim, está fora de cogitação fazer o nº2 no banheirinho. Dormi até a hora do almoço, fui ao Tordesilhas (nem aproveitei muito, estava passando meio mal), dormi à tarde, fui ao cabeleireiro e... capotei. Dei o cano nos meus amigos, saco. Fiquei meio estragada no domingo também. Na segunda liguei no consultório pra confirmar o horário. Resposta: "Não, você não tem consulta hoje... É na quarta...". Aargggghhhhh!
Escrito por Kris às 17h48
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Há alguns dias eu estava conversando com uma amiga (pelo msn) e ela estava reclamando que não arruma namorado, falta homem legal, não aparece ninguém que dê futuro, blá blá blá. Eu tenho uma teoria a respeito (hehe). Falta homem legal porque sobra mulher chata. As mulheres estão cada vez mais pentelhas, é impressionante. Se o cara não liga é porque é mulherengo; se liga, é pegajoso. Se ele quer namorar sério, é careta; se não quer, é porque tem problemas em se comprometer. Se paga a conta, é machista; se divide a conta, não é cavalheiro. Algumas se fazem de cool e, quando finalmente conseguem namorar, se transformam em tiranas depois da 2a semana. Conheço várias mulheres que bisbilhotam celular, carteira, gavetas, orkut, e-mail. Têm ciúme dos amigos (todos, incluindo os homens e os amigos em comum) e até da família (uma amiga acha que o namorado se dá bem demais com a irmã. Você está se perguntando o que é "bem demais", certo? Pois é, também não sei). Se ela não bebe, não gosta que ele beba; se não tem um grupo de amigas pra sair de vez em quando, não quer que ele saia. Se descobre que o cara viu a Playboy ou qualquer outro tipo de pornografia, é briga na certa (sorry, girls - eu não conheço nenhum homem que não goste e que não veja pornografia regularmente). Se o cara está de óculos escuros na rua, ela tem certeza que é pra olhar a bunda das mulheres (sim, todos os homens que eu conheço olham pra bundas e peitos. Com ou sem óculos). Todos têm hábitos como coçar o saco, arrotar alto, falar palavrões em horas impróprias, levar tudo pra sacanagem, achar que dirigem melhor que os outros. E daí? Mulher, além de tudo, ainda tem TPM. E algumas ainda usam como desculpa pra serem grossas.
Escrito por Kris às 10h46
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Paulo Coelho
Já que estou sem inspiração e fico com remorso de deixar o blog abandonado, vou me aproveitar da inspiração dos outros, hehe. Está rolando pela internet o texto "encerrando ciclos" - muita gente aí já deve ter recebido. Achei bem bacana e fui procurar o autor - aliás, as pessoas nunca dão o crédito quando copiam um texto e mandam pros outros, já perceberam? Ou não colocam nada ou escrevem "autor desconhecido", na maior cara-de-pau. Enfim. Não é que é do Paulo Coelho? Fiquei surpresa porque não gostei dos livros dele, não consegui terminar nenhum que passou pela minha mão (e olha que eu leio bastante). Copiei aí embaixo, o link para o original está aqui.
Sempre é preciso saber quando uma etapa chega ao final. Se insistimos em permanecer nela mais do que o tempo necessário, perdemos a alegria e o sentido das outras etapas que precisamos viver. Encerrando ciclos, fechando portas, terminando capítulos – não importa o nome que damos, o que importa é deixar no passado os momentos da vida que já se acabaram. Foi despedido do trabalho? Terminou uma relação? Deixou a casa dos pais? Partiu para viver em outro país? A amizade tão longamente cultivada desapareceu sem explicações? Você pode passar muito tempo se perguntando por que isso aconteceu. Pode dizer para si mesmo que não dará mais um passo enquanto não entender as razões que levaram certas coisas, que eram tão importantes e sólidas em sua vida, serem subitamente transformadas em pó. Mas tal atitude será um desgaste imenso para todos: seus pais, seu marido ou esposa, seus amigos, seus filhos, sua irmã, todos estarão encerrando capítulos, virando a folha, seguindo adiante, e todos sofrerão ao ver que você está parado. Ninguém pode estar ao mesmo tempo no presente e no passado, nem mesmo quando tentamos entender as coisas que acontecem conosco. O que passou não voltará: não podemos ser eternamente meninos, adolescentes tardios, filhos que sentem-se culpados ou rancorosos com os pais, amantes que revivem noite e dia uma ligação com quem já foi embora e não tem a menor intenção de voltar. As coisas passam, e o melhor que fazemos é deixar que elas realmente possam ir embora. Por isso é tão importante (por mais doloroso que seja!) destruir recordações, mudar de casa, dar muitas coisas para orfanatos, vender ou doar os livros que tem. Tudo neste mundo visível é uma manifestação do mundo invisível, do que está acontecendo em nosso coração – e o desfazer-se de certas lembranças significa também abrir espaço para que outras tomem o seu lugar. Deixar ir embora. Soltar. Desprender-se. Ninguém está jogando nesta vida com cartas marcadas, portanto as vezes ganhamos, e as vezes perdemos. Não espere que devolvam algo, não espere que reconheçam seu esforço, que descubram seu gênio, que entendam seu amor. Pare de ligar sua televisão emocional e assistir sempre ao mesmo programa, que mostra como você sofreu com determinada perda: isso o está apenas envenenando, e nada mais. Não há nada mais perigoso que rompimentos amorosos que não são aceitos, promessas de emprego que não tem data marcada para começar, decisões que sempre são adiadas em nome do “momento ideal.” Antes de começar um capitulo novo, é preciso terminar o antigo: diga a si mesmo que o que passou, jamais voltará. Lembre-se que houve uma época em que podia viver sem aquilo, sem aquela pessoa - nada é insubstituível, um hábito não é uma necessidade. Pode parecer óbvio, pode mesmo ser difícil, mas é muito importante. Encerrando ciclos. Não por causa do orgulho, por incapacidade, ou por soberba, mas porque simplesmente aquilo já não se encaixa mais na sua vida. Feche a porta, mude o disco, limpe a casa, sacuda a poeira. Deixe de ser quem era, e se transforme em quem é.
fonte: Guerreiro da Luz Online, publicação de www.paulocoelho.com.br
Escrito por Kris às 13h12
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Estou sentada aqui há 10 minutos e não sai nada. Completa ausência de atividade cerebral.
Escrito por Kris às 11h22
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