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Estou em Sampa matando as saudades. Chegamos no domingo, deixamos as meninas em casa e fomos até a Lanchonete da Cidade. Eita, coisa boa. Além do fato da comida ser uma delícia, encontrei com meu amigão Amorim, que eu não via há mais de um ano. Na segunda jantamos na L'Osteria do Piero. Na terça jantamos em casa. Ontem à noitinha passei na reinauguração do cabeleireiro que freqüento desde que eu tinha uns 16 anos. Tomei uma tacinha de prosecco (hum, tava ótimo) e depois nos entupimos de costela no Costela Nobre de Moema. Vir pra São Paulo significa comer e beber muito, já deu pra perceber. O problema é que em Marília a gente sai umas 2 ou 3 vezes por semana; em São Paulo, saímos umas 6 vezes por semana. Aff.
Estava com saudade até do frio. Ah, como é bom sair de casa de bota e casaco. Hoho.
Escrito por Kris às 14h35
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Gabi
Quem tem bicho de estimação sabe como são divertidas as manias que eles têm. A Gabi, por exemplo, sempre acorda felicíssima. Principalmente nos finais de semana, porque o Marcelo não levantou cedo pra trabalhar. Vira de barriga pra cima e se arrasta pra lá e pra cá pela cama, empurrando a gente com as 4 patas. No meio da farra - patadas em um, patadas em outro (ai, nossas costelas) - dá um espirro que mais parece um chuveiro e sempre acerta um de nós (às vezes, não sei como, acerta os dois). Durante a semana, quando o Marcelo vem me dar um beijo de tchau antes de ir trabalhar, late histericamente de ciúme. To-dos-os-di-as. Quando agacha pra fazer xixi, levanta a perna direita (go figure). Se estamos na Praça Buenos Aires e a soltamos da guia, sai correndo na frente e em seguida volta correndo, só pelo prazer de dar um gás. Se estamos na praia, sai voando, correndo em círculos, acho que só pra escutar a gente gritar "Gabiiiiiiiiiii!". Só deita onde é bem fofinho. Deitar direto no sofá? Nem pensar. Só se for em cima de uma almofada ou edredom. Se a cama está arrumada, sobe e deita com a cabeça em um travesseiro e a bunda no outro. Chegou em casa há pouco mais de 2 anos, ela tem mais ou menos 5 agora. Tem o olhar mais dengoso e agradecido do mundo - quem vê não imagina como ela é mal-humorada de vez em quando. Vive rosnando pra gente quando está esparramada em algum lugar e tentamos empurrá-la um pouquinho - rrrrr. Quando o mau humor ataca de verdade, rosna de boca aberta - aaarrrrr, põe o maior medo na gente e às vezes acaba vencendo a disputa do lugar no sofá. Tiramos esta foto no dia em que ela chegou. Estava morrendo de medo, mas estava no sofá, hehehe.

Escrito por Kris às 16h32
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Mc Dia Feliz. Todo ano eu como Big Mac. Sabe que o dia que mudamos pro apartamento (18.08) também era Mc Dia Feliz. Sim, eu amo muito tudo isso, sou louca por McDonald's. Nham.
Escrito por Kris às 16h26
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Eu e meus sumiços. Ando muito chata ultimamente pra postar alguma coisa que preste. Então eu não escrevo nada. Só que aí eu fico com saudade do blog. Anyway. Acho que estou meio que em uma mudança de ciclo, sabe? Quando a gente tem que ficar quieta em um canto e escutar todas as pessoas que moram dentro da nossa cabeça? Não lembro onde li isso - de ter mais de uma pessoa dentro de si. Eu nunca tinha pensado dessa maneira, mas é verdade: às vezes tenho a sensação de que 15 pessoas estão falando comigo ao mesmo tempo. Ultimamente a que está conseguindo falar mais alto me manda tomar sorvete todo dia. E eu, gorda, obedeço. Nhé.
Escrito por Kris às 14h26
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happy anniversary!
Hoje faz 5 anos que dormimos no nosso apartamento pela primeira vez. Arrumamos tudo, fizemos uma malinha e corremos pra lá. Sob protestos das famílias, claro, que queriam que a gente se casasse no cartório, na igreja e sei lá mais onde. Pra nós, nos casamos no dia 18.08.01. As fotos da época estão em São Paulo, não tenho nenhuma pra escanear e colocar aqui, pity. Nossa casa aqui é cheia de fotos, mas esse álbum está lá. Então coloco aqui embaixo uma de nossas fotos mais antigas e uma das minha preferidas, tirada em Atibaia, em fevereiro de 98. Nesse dia eu já sabia que era com ele que eu queria passar o resto da minha vida. Parabéns, amor. Luv ya.

Escrito por Kris às 09h29
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Acabei de escrever o post e caí da cadeira. Aliás, caí com a cadeira e me estatelei no chão. Juro por Deus. Ainda por cima quebrei uma unha. Agora fala se eu não tenho razão.
Escrito por Kris às 21h18
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Não. Não é possível. Fala sério, me rogaram uma praga. Ontem de manhã o Marcelo foi pra São Paulo, ou seja, dormi sozinha com as cachorras. Deitei lá pela meia-noite. Acordei de madrugada, com uma dor de cabeça que eu não sentia há séculos, corri pro banheiro e botei pra fora o que eu tinha e o que eu não tinha no estômago. Eu estava tão mal que sentei no chão e fiquei apoiada no vaso, olha que imagem sem noção. Minha cabeça doía tanto que eu achei que ia ter um AVC no chão do banheiro (tá, foi uma crise, mas no meio do babado não dava pra eu tomar um Frontal, entende?). Quase liguei pro Marcelo - sorte dele que eu não tinha condições de me levantar. Enfim. Só pode ser uruca. Quebrante. Praga. Maledizione. Curse. Jinx. Whatever. Esse blog tá parecendo "o diário de uma hipocondríaca". Believe me, I'm not.
Mudando de assunto (ufa!). Hoje foi dia de faxineira. Por algum motivo, ela morre de rir toda vez que me vê cozinhando, lavando roupa ou fazendo qualquer atividade housewife. Sim, ela ri que se diverte. Hoje tirei uma calça do Marcelo do varal, levei até a lavanderia (onde ela estava passando roupa) e fiquei olhando se a mancha que estava na perna tinha saído durante a lavagem. Ainda comentei que esfreguei pra caramba o raio da mancha e que o Marcelo nunca percebe que suja e mancha a roupa, parece criança. Aí ela caiu na gargalhada. Não agüentei: - Nossa, Eliana, o que foi? - Ai, CristiAne*, é que é muito engraçado ver você fazendo as coisas de casa... Não orna. Aquele dia que você estava batendo o bolo foi muito engraçado. É que não orrrrna, sabe?. Hahaha! Eu não sabia se ria do "orrrna", se ficava puta porque ela acha que eu não faço porra nenhuma (sendo que ela come a comida que eu faço, passa a roupa que eu lavo e nunca encontrou a casa de pernas pro ar) ou se agradecia por ela não me achar com cara de Amélia (ela deve pensar que eu sou bem mais nova do que eu sou). Caí na risada, lógico.
* meu nome é Kristine. Ela não consegue falar Kristine. Nem Kris. Só sai CristiAne.
Escrito por Kris às 20h50
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Seguinte: peguei a maior gripe. Que saco. Alguém aqui já me ouviu reclamar de gripe no blog? Pois é. Eu nunca reclamo porque eu nunca fico gripada. Fazia uns 3 anos que tive a última. Fui sorteada ultimamente, fala a verdade? Primeiro a virose, agora essa... Fora a garganta inflamada, febre, credo! Começou na quinta, depois que chegamos (tirei umas fotos da viagem com o celular, agora só preciso descobrir como passar as fotos pro micro. Aí eu coloco aqui). Fiquei imprestável. Acordei péssima na sexta. Melhorei à tarde, mandei pra dentro um Naldecon e à noite fomos ao Chaplin tomar Serramalte e beliscar. Não, eu não tenho juízo. Acordei ótima hoje, acho que vamos até encarar uma feijoada do Barraco. Ehehe.
Escrito por Kris às 10h34
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Tô em São Paulo. Amanhã eu volto.
Escrito por Kris às 10h51
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Desde a semana passada o Marcelo está me pedindo pra fazer um bolo. Eu não sou muito de comer doce (muito menos de fazer), dificilmente tem doce aqui em casa. De vez em nunca faço um brownie e bato a massa na mão mesmo. Conseqüentemente não tenho nem batedeira (nem aqui nem em Sampa) - e não sinto a menor falta. Fui ao mercado durante a semana e comprei um pacote de bolo de limão da Dona Benta. Na embalagem estava escrito que era pra bater na batedeira ou na mão. Beleza. Aliás, beleza nada. Dá muito trabalho bater a massa na mão! Fiquei até com dor no braço! Anyway. Assei, desenformei, joguei um limãozinho com açúcar por cima e comi um pedacinho ainda quente (acho uma delícia). Pedi pra faxineira guardá-lo no forno por causa das formigas e fui pra aula de pilates. Voltei seca pra comer mais um pedaço. Quando eu abri a porta do forno, a Lica - a cachorra mais rápida do oeste - apareceu não sei de onde e deu uma mordida no bolo! Dá pra acreditar? Ficou um buraco, foi muito engraçado. Não consegui brigar com ela, caí na risada.
Escrito por Kris às 11h28
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Ai, ai, abandonei o blog! Sorry! Na semana passada fiquei super mal, peguei o maldito rotavírus. Alguns amigos já tiveram, minha irmã também, o Marcelo pegou ao mesmo tempo que eu, mas fiquei pior do que todo mundo. Acho que não estava muito bem emocionalmente, andava meio desanimada, então o negócio veio de uma vez, quase me virou do avesso. Acho que emagreci uns 3 Kg (eeee, essa droga tem de ter alguma compensação, fala a verdade). Começou na 3a passada, tomei até soro, foi péssimo.
Desencanei da terapia. Não tem jeito, não funciona comigo. Não vejo sentido em spill my guts enquanto o terapeuta me olha muda e impassivelmente. Não quero que ele se choque com minhas macaquices, mas poderia ao menos responder, né? Tá, eu sei que psicanálise não funciona sssim. Só que eu gosto de conversar, não de monologar. E tem outra: eu só tenho um problema. Eu sei exatamente qual é e não consigo lidar com ele. Não consigo falar dele. Não consigo encará-lo de frente. Então foda-se. Paguei a conta do analista pra nunca mais ter que saber quem eu sou. Terapia, agora, só canina. Olha só a cara de um dos membros da minha equipe terapêutica enquanto eu fico no micro. Sim, ela está no meu colo enquanto eu digito.

Escrito por Kris às 15h31
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