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Escrito por Kris às 14h55
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The 89 most redundant, repetitive clichés in music (because 100 would be cliché).
Escrito por Kris às 15h04
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Desde que eu e o Marcelo começamos a namorar, o Natal é um pouco estressante pra nós. No começo, na véspera de Natal, ele saía da casa dos pais dele em Interlagos, vinha até a casa dos meus pais nos Jardins, a gente jantava, voltava pra casa dos pais dele, jantava de novo, depois ele me levava pra casa e voltava pra casa dele. No dia 25, mesma coisa. Ou seja, em menos de 24h ele percorria quase uns 100Km. Fora o vai-e-vem, a gente sempre ficava preocupado com o horário, porque era muito chato deixar a família dele esperando por nós para comer, entende? E a gente sempre chegava mais ou menos satisfeito na casa dele, é difícil guardar lugar no estômago. Fora que agora temos as cachorras, o que dificulta um pouco. No ano passado passamos um Natal tranqüilíssimo aqui em Marília, só nós dois e as cachorras, foi uma delícia e, de certa forma, um alívio - minha família é grande, com várias crianças, barulhenta, o que me incomoda bastante depois dos problemas de depressão e tals. Durante esta semana decidimos ir pra São Paulo, embora tivéssemos planejado ficar aqui de novo. Na verdade, eu é que pedi pra irmos pra lá. Queria encontrar minha amiga, que está aqui no Brasil só até dia 1º, e também queria ver meus amigos da faculdade. Há uns 12 anos (pelo menos), meu amigo Marcelinho e os pais dele oferecem um churrasco no dia 24, na casa deles. Faltei no ano passado - uma exceção, já que fui a todos os outros, acho - e estou morrendo de saudade do pessoal (quando a gente mora longe, ficamos mais sentimentais...). Anyway. Ontem liguei pra minha irmã pra dizer que estávamos pensando em ir pra Sampa no sábado e pra perguntar onde vai ser o Natal - se vai ser nos meus pais ou na casa do meu irmão. Ela disse que minha cunhada ligou pra falar que será na casa deles mas certamente meus pais não iriam concordar, meu pai anda reclamando que não está enxergando direito pra dirigir, nunca gostou de sair na noite de Natal, gosta de jantar cedo e meu irmão não tem muita hora pra ceia, etc etc. Eu também não gostaria de passar o Natal lá - não me sinto muito confortável com a multidão de parentes e amigos (diferentemente de mim e de minha irmã, meu irmão adora ter a casa cheia de gente) e queremos sair cedo pra jantar com meus sogros. Eu e o Marcelo conversamos, decidimos ir mesmo e liguei pra minha mãe pra dizer que vamos no sábado. Para minha surpresa, ela disse que o Natal será na casa do Li. Então decidi passar a véspera com a família do Marcelo e almoçar no dia 25 com a minha. Beleza. Em seguida liguei pra Karla, pra falar dos meus planos.
Eu: Oi! Tudo bem? Então, decidimos ir mesmo pra São Paulo no sábado. Karla: Ah, eu sei. O Victor já me ligou. (Victor é o filho dela de 10 anos, que estava na casa da minha mãe quando eu liguei lá e ficou escutando a conversa) Eu: Ah, então ele já te falou. Ótimo. No dia 24 vamos pra casa dos pais do Marcelo. Karla: Hã... Não vão nem passar na mamãe? (Que mora a uns 10 quarteirões da minha casa, é caminho pra casa dos meus sogros) Eu: Não, o Natal vai ser na casa do Li! O Victor não te falou? Karla: Uéééé, na casa do Li? Eles vão? O Iá falou que vai? (Iá é nosso pai, nunca chamamos de pai, sempre de Iá. E é enjoadíssimo pra comer e, principalmente, pra beber - sempre reclama da cerveja na casa dos outros) Eu: É! Mas o Victor não te ligou?! Karla: Ligou... E disse "Mãe, sabe quem vem passar o Natal aqui em São Paulo? A Lica, a Gabi e a Tica!!!"
Ahaha, meu ibope tá baixo...
Escrito por Kris às 21h08
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Oba, oba, consegui postar do celular. Assim fica mais fácil não abandonar o blog quando eu viajo. No final da semana passada fiquei com dor de garganta, o que fez minha perna parar de doer, já que fiquei tomando antiinflamatório, hehe. Depois fiquei com gripe. Nhé. Ontem fomos jantar em um restaurante japonês. O problema é que eu não sei usar os ohashis. Em São Paulo, ou a gente pedia em algum lugar ou fazíamos em casa (yes, sabemos fazer sushi) - portanto, eu comia com as mãos mesmo. Aqui no Oriental (não sei se em todo lugar é assim), eles têm palitinhos para pessoas com distúrbios de coordenação como eu - ohashis presos por elástico, formando uma pinça, pra qualquer idiota conseguir usar. A-hã. Chegou nosso barquinho, peguei um sashimi de salmão, delícia. Depois peguei um california, que consegui manter firme durante o percurso de 30cm até que - ploft!!! - derrubei bem em cima da vasilhinha com shoyu. Não, não respingou - o shoyu inundou a mesa em um raio de 20 cm, a toalha ficou marrom. Para minha sorte, eu estava de camiseta preta. É a segunda vez que vou lá e a segunda vez que dou show, desta vez consegui fazer mais sujeira ainda. Terminei de jantar usando as mãos, of course, antes que me considerassem uma ameaça munida de palitinhos com elástico. Quase sugeri o uso de toalhas marrons ao invés de brancas, mas fiquei com vergonha, já que o garçom nem limpou minha parte da mesa na hora de trazer a conta. Uf.
Mais pérolas do Orkut aqui e aqui. Vamos ver se agora vai.
Escrito por Kris às 11h52
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Teste
Escrito por Kris às 21h17
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Eu sei que eu sou maldosa, tiro sarro das pessoas, sou irônica. Ok, I acknowledge that. Só que tem gente que pede, o que é que eu vou fazer? Estava no Orkut (que é uma fonte inesgotável de pérolas), fuçando aqui e acolá (lógico que eu fuço o perfil dos outros), rindo das besteiras. Vou começar a anotar as coisas engraçadas que eu encontro. A pérola do dia foi uma frase no perfil de uma pessoa: ..."mais não ao ponto de ser burra". Como assim? Você escreve uma frase afirmando que você não é burra mas não sabe a diferença entre mais e mas? Tenha dó. O perfil era sofrível, mas essa frase ganhou de longe. Aqui tem mais (pra quem, como eu, gosta de rir da cara dos outros, hehehe). Tá, estou maldosa hoje. Deve ser do tombo.
Escrito por Kris às 13h02
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Fui pra São Paulo num bate-e-volta: cheguei 3a às 6 da manhã e voltei ontem às 3 da tarde. Saldo: 3 livros (ah, com as livrarias de Sampa são boas...), gordura (ah, como Sampa tem hambúrguer bom...), uma bolhinha no pé direito (eehh, Shopping Higienópolis rules!), band-aids da Hello Kitty (para a bolha...), uma calça jeans nova e um puta tombo. Yes, um patcha tombo. Caí em casa - sim, eu sempre caio em casa, na rua, no pilates, mas normalmente não me machuco (muito). Ontem, antes de viajar, caí no banheiro e machuquei a perna. O pior é que eu estava entrando no banheiro e pensei "tenho de tomar cuidado com esse tapete, posso escorregar". Foi tiro e queda. Tem um furo na minha canela. O corte é bem pequeno, menor que 1cm, mas é um buraco. Me estatelei e bati a perna na quina do armário. Em seguida minha irmã me ligou, falei que tinha me machucado e ela "pois é, isso que é complicado de morar em lugar pequeno, se você cai você sempre bate em alguma coisa e se machuca...". Ótimo. Além de estar com dor, agora eu estava lamentando o tamanho do meu apartamento. Hoje ainda não tinha parado de sangrar e fui até o pronto-socorro pra ver se precisava dar um ponto. Pô, ponto só até 6h depois... Então ganhei um curativo de micropore. Sinceramente, o meu da Hello Kitty estava mais bonitinho. E estava doendo menos. Porque eu só tinha lavado com água e sabão e aquele iodo-povidine de hospital arde para caraleo, vamos combinar? E a merda de estar ficando velha (heheh) é que hoje minhas costas e meu joelho esquerdo (que bateu no chão e está ralado) também estão doendo. Uf.
Escrito por Kris às 09h29
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Achei um pedacinho de uma das músicas. Pra quem não conhece Coldplay, é só entrar neste link e clicar na setinha azul à direita do nome da música. Acho que Clocks é a mais conhecida das 4 músicas que tem lá. Peraí que daqui a pouco eu volto pra contar o tombo que eu levei .
Escrito por Kris às 09h23
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Que ódio. Acabaram os ingressos pros shows do Coldplay no final de fevereiro. Via Funchal, 3 noites. Mais barato R$150, mais caro R$400. As vendas de ingressos começaram no dia 4, segunda passada. E já acabou tudo. Não quero mais papo hoje. #%&*@.
Escrito por Kris às 13h15
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Hoje faz 9 anos que eu estava em uma festa da empresa, no escritório da Berrini. Diferentemente dos outros anos, não era uma festa chique no Sírio Libanês. Montaram uma tenda branca enorme no gramado do prédio mesmo e o convite era uma camiseta - ou seja, nada de vestidos longos e ternos. Levei minha amigona Paula - a Paqui. O almoço era churrasco e mais tarde teria show da Banda Eva, que estava estourada em 97. Estava indo até o banheiro (ah, cerveja é uma praga!), no meio de uma multidão, e escuto "Kris! Kris!". Ah, era aquele moço lindo que trabalhava na engenharia. Nossa, ele tinha sumido, não? Há tempos eu não o via. Me lembro do dia em que ele começou a trabalhar na empresa, uma pessoa o trouxe até meu laboratório pra apresentá-lo. Trabalhávamos em um predinho na Vila Leopoldina, com uns 30 e poucos funcionários. Eu de avental e touca, na frente do fogão, ele o maior charme, bronzeado, com cara de moleque. Isto tinha sido em, hã... agosto de 95, talvez. Depois disto eu sempre dava uma paqueradinha nele quando o via pelo prédio, mas ele nunca me deu bola. E eu - ahãn - tinha namorado. Uma vez também nos encontramos em Pouso Alegre - acho que no começo de 96 - na casa de hóspedes da empresa. Foi a única vez que conversamos. Eu lá, tomando cerveja de garrafa e fumando, minha chefe tomando Campari. Ele pegou um copo, sentou e pediu pra beber a cerveja comigo. Pediu um cigarro também. Não lembro de que conversamos. Mas eu gamei de vez! Depois voltamos pra São Paulo, cada um pro seu lado. Alguns meses depois ele mudou pro escritório da Berrini (que tinha uns 400 funcionários) e eu não o vi mais. Meu departamento só foi pra Berrini em 98. Então. Estava tentando ir ao banheiro quando ele me chamou. Oi, oi, beijinho no rosto, tudo bem, tudo bem. Ele queria me contar que conheceu uma amiga minha, que dava aula de inglês pra ele - yes, yes, a amiga que me agüenta há mais tempo nesta vida. Ela. Durante uma aula, no meio da conversa, eles 2 e mais uma menina que estudou comigo na faculdade, a Rita (com quem infelizmente perdi o contato), descobriram que me conheciam. Conversamos um minutinho, mas eu realmente precisava ir ao banheiro. Acho que perguntei se ele não queria ir ao banheiro também (vocês já conhecem minha falta de noção, que inclusive era bem maior há 9 anos). Só sei que, quando eu saí do banheiro, o Marcelo estava lá, meio que me esperando. Fomos até um canto mais escondido, atrás da lojinha, e ele me disse que estava precisando arrumar uma namorada na empresa... Aí já viu. Foi pra conta. Me lembro do lugar exato, do que estávamos vestindo, do primeiro beijo, da nossa cara depois, do tchau meio sem graça no final. Naquela noite tive insônia pela primeira vez na vida. A fila tinha parado.
Infelizmente a foto que tenho deste dia está em São Paulo. Uma pena.
Escrito por Kris às 09h50
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More chegou com dois tucunarés limpos, para meu alívio. Estão no freezer. Confesso que fiquei com dó do peixe, melhor esperar um tempo antes de preparar. É, eu sou assim mesmo, não tem jeito. Ficamos morrendo de saudade (sim, porque as cachorras ficavam esperando por ele à noite, atrás da porta, ô dó), mas ele descansou, voltou relaxado, cheio de histórias, se divertiu. E amanhã... Tan tan tan taaaam... Nem te conto.
Escrito por Kris às 13h15
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dirty little secrets
Já pichei um muro. Vândala, não? Foi no Guarujá, há uns bons anos, mais de dez. Confesso que a gente (ca-la-ro que eu não estava sozinha) se divertiu à beça e tiramos até foto pra registrar nossa obra. Tá, eu sei que é feio. Não faria de novo, mas eu adorei, rs. Para minha pseudo-defesa, o muro era de concreto, em um terreno abandonado.
Já fugi da polícia. Eu e minha amiga andávamos de Vespa (Sabe? A lambreta?) pra cima e pra baixo quando a gente tinha uns 16, 17 anos. Ela - às vezes - de capacete, eu sempre com o cabelão ao vento (ai, que nó que ficava depois...). Eu tampava a placa com a bolsa pra não levarmos multa e fugimos da polícia mais de uma vez - afinal, além de andarmos sem capacete, éramos menores de idade. Não sei quem era mais doente: eu, ela ou os pais dela, que a deixavam sair na vespinha mesmo à noite - tem noção? Duas meninas na balada de São Paulo, voltando pra casa à uma da manhã, de moto? Pois é. Óbvio que meus pais nunca souberam disso.
Já roubei solvente. Uff. Na faculdade, o pessoal cheirava muito loló - mistura de éter, clorofórmio e álcool de cereais (tipo um lança-perfume "caseiro"). Na época boa parte da turma fazia iniciação científica em algum laboratório (na faculdade mesmo) e, com o acesso quase livre, a gente mandava ver, enfiava na mochila aqueles vidrões da Merck e ia embora na maior cara-dura. Nunca cheirei esse negócio, mas contribuí muitas vezes para o estrago geral. Quem fez faculdade na área de saúde sabe como o pessoal pega pesado. Nas festas da USP, pelo menos, a molecada se acabava.
Já fiz prova bêbada. Um dia, estava eu no bar da faculdade (do qual meu namorado, na época, era sócio), estudando pra minha prova de Química Orgânica XII (uma das 2 ou 3 DPs que peguei durante o curso), quando chega o Zé Mala, um dos funcionários, e se espanta com a cena: "Kris, cê tá estudando??". "Tô! Tenho prova daqui a pouco. Tenho de passar nessa merda, as matérias do curso mudaram e é a última vez que vão dar esta, se eu não passar vou ter de fazer outras 2, saco!." (Não lembro o nome das outras duas). "Aaaah, então peraí que eu vou te trazer uma cerveja!". Não contestei. Tomei umas 3 garrafas. Enquanto estudava, claro. Tirei uns 8. Depois disso, tomei cerveja antes de várias outras provas. Hehe. No complaints.
Já bebi durante a aula. Como eu fiz Farmácia, eu tinha muitas aulas de química, boa parte em laboratório - uma delas, Química Analítica Quantitativa I (pra nós, a Quanti I), um sufoco, uma das matérias mais difíceis do curso. Cada um tinha seu armário, fechado com cadeado, com sua vidraria, alguns reagentes, fósforos, panos, luvas, avental, etc. No meio dos materiais, algumas pessoas guardavam um conhaquezinho... E a gente bebia escondido, agachava atrás da bancada e tomava o Dreher (eita) no becker. Hoje eu penso que a gente poderia ter sido mais chique e esquentado a bebida no bico de bunsen que já estava lá mesmo, né? Enfim, jovens não têm muito gosto, ha. (Logo descobri que não éramos tão vanguardistas assim, pois a doutoranda com quem eu trabalhei logo depois, durante meu estágio de iniciação científica, tomava whisky no laboratório, no becker também. Com guaraná.)
Já aprontei mais nessa vida, mas como o Marcelo lê meu blog, não posso contar algumas artes que eu fiz. Vai pegar mal pra mim, rsrs. Anyway. Alguém se habilita a contar suas maluquices?
Escrito por Kris às 21h01
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o assunto é a ditadura e não a magreza
Ontem, quando me inscrevi pra participar desta "blogagem coletiva", fiquei pensando sobre o que eu iria escrever. Normalmente não é assim que funciona - eu sento aqui e o texto sai - eu escolho o assunto, o assunto não me escolhe. Acontece que eu só consegui decidir sobre o que eu não queria escrever. Porque eu tenho medo que essa movimentação resulte em textos e mais textos discorrendo sobre anorexia e bulimia. Eu não quero escrever sobre distúrbios alimentares, muito menos me posicionar em relação a isso - ser "contra" a anorexia é a mesma coisa que ser "contra" a obesidade mórbida. Ah, tenha dó. Colocar a culpa no "mundo da moda" (acho este termo meio cafona. Enfim...) e nas redes de fast food é, na minha opinião, ridículo. Acho que hoje o objetivo é discutir a ditadura e não a magreza. Certo? Eu não tenho nada contra uma pessoa ser magra e usar manequim 36. Eu tenho muito contra quem acha que uma pessoa que usa 40 é gorda. Entendeu a diferença? Eu visto 40. Se eu vou a uma loja, peço uma calça 40 e ela não me passa nem nos joelhos, eu fico puta e não volto mais lá. Acho o fim pegarem uma calça 36 e venderem como 40. Nem peço maior, me recuso. Ultimamente tenho comprado um número absurdo de blusas G porque as M não entram mais. Não, não é porque eu engordei - as roupas estão menores. Tá, eu tenho um peitão, mas mesmo assim. Acho o fim essa modinha que só fica bem em gente magérrima. Eu boicoto várias lojas que fazem questão de vender P com etiqueta GG. Esta é minha forma de protesto há anos: simplesmente não apareço mais. Sei lá. Estou meio sem inspiração hoje. Então é isso.

Escrito por Kris às 14h23
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