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Há muito tempo eu não dava tanta risada. Eu e o Marcelo choramos de rir com o Suplicy esta semana.
Outro vídeo super bem feito e engraçado - O dia em que o Brasil foi invadido.
Escrito por Kris às 10h53
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Chegamos em Marília no domingo. Arruma isso, arruma aquilo, um xixi no sofá, um xixi no tapete. Paciência. Saldo da viagem: quilos a mais e um notebook. Yeah, baby, faturei. Meus pais, que são um tanto sem noção pra presentear, compraram o computador pra minha irmã, que nunca usou. O Marcelo, na maior cara-de-pau, perguntou se eles não iam dar um pra mim também (sim, foi um surto word vomit - é a única explicação que eu encontro, conhecendo a figura como eu conheço). Estou insuportável, passo o dia grudada nele. Comi tanto durante esses dias que passei longe da balança. Na quarta jantei no Catherine com a minha mãe, na quinta o Marcelo chegou (eeee) e fomos jantar com meus sogros no Sujinho. Na sexta jantamos com meus pais no Arabia, no sábado almoçamos no Tordesilhas e jantamos churrasco - aniversário de um amigo do Marcelo. Foi legal porque encontrei meu cunhado Guga e a Me, que eu não via há algum tempo - deu pra bater um papinho. No domingo almoçamos na Lanchonete da Cidade, arrumamos as coisas e pegamos a estrada. Percebeu o drama? Isto porque eu nem mencionei o que eu almocei durante estes dias, hehe. Agora temos uma câmera digital nova (a nossa tinha morrido), vou poder colocar mais fotos aqui. Oba.
Escrito por Kris às 10h17
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Ontem fui ao Pirajá com a Dri e depois chegou o namorado dela, o Thiago. Ela é uma figura, como eu adoro essa menina. É incrível como a gente é parecida, às vezes até me assusto com isto. Sabe aquela pessoa que pensa exatamente como você? Que viaja com as mesmas idéias malucas? Que bebe tanto quanto você? Que lê os mesmos livros que você e tem até o mesmo CD do Sidney Magal? Pois é. A gente ficou separada por alguns anos (porque a menina não é fraca, não. Estava em Yale, fazendo pós, e hoje é PhD) e, quando ela voltou pro Brasil, parecia que a gente tinha se encontrado ontem. Minha última tattoo eu fiz com ela, que fez um ideograma na perna. Então. Como aquele chope é bom, não? Geez. Eu, perdida, errei redondamente o caminho e fiz ela me esperar meia hora, coitada. Ela me ligava, quase chorando, e dizia "Kris, tem um tio me paquerando! Se ele vier até aqui eu vou começar a chorar! Juro!". Hahahahaha! Não bebi muito (milagre), cheguei cedo em casa. A última vez que fomos lá eu saí bem briaca (segundo o Thiago, nós 3 tomamos 51 chopes). Af.
Escrito por Kris às 12h44
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Ontem fui jantar no Eñe. Boas tapas, preço bacana. Mas o melhor é que eu fui com ela - a dona do aposto "a amiga que me agüenta há mais tempo nessa vida" - e com o Amorim, nosso amigão também. Ela mora em Amsterdam, ele em Manhattan e eu... Em Marília! Que pobreza, hahaha! E mesmo com toda esta distância eu os vi 2 vezes nos últimos 4 meses. Meu irmão, por exemplo, eu vi só no Natal. E olhe lá. A verdade é que eu falo que vou pra São Paulo, que vou ver todo mundo, que vou ligar pra todo mundo, e no final eu não faço merda nenhuma. Me enfurno em casa, faço minhas coisinhas, leio meus livros e bundo. Muito. Porque eu não tenho mais o pique de sair todo dia e tal. Tenho uma certa dificuldade de ficar muito tempo fora de casa. You know. Bom, é isso aí. Só passei pra dar sinal de vida. See ya!
Desculpem por não responder os comentários. Eu li todos!
Escrito por Kris às 13h52
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O churrasco foi uma comédia. Minha prima estava uma comédia. Churrasco com prosecco (veja você). Ela estava só no prosecco, pulou o churrasco, hahahaha! Eu tomei cerveja mesmo. Turminha bacana e engraçada. Valeu. A Lica não aprontou mais nenhuma. E a casa está Lica proof. Estou triste, o Marcelo foi embora hoje. Tá, eu sei que é um exagero, são só 2 ou 4 dias, mas eu sou assim. Fico com um aperto, choro, odeio me separar dele. É um grude mesmo. Só paguei meia hora de internet, então o post fica pela metade e os comments eu respondo depois. Hoho.
Escrito por Kris às 14h01
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Passando rapidinho pra colocar o assunto em dia. Viemos pra São Paulo ontem, viagem tranquilíssima, nem a Tica deu trabalho pra tomar Dramin (porque a pestinha é a única que enjoa no carro). Passei em casa voando, corri pra manicure (já tinha horário marcado), sofri o diabo mas a unha encravada que estava me impedindo de colocar até meia virou história. Meu dedo estava enorme, infeccionado - isto nunca tinha me acontecido. Voltei pra casa e... Surpresaaaa! A Lica subiu na mesa da sala, abriu minha malinha de mão (o zíper estava quase todo fechado) e achou lá dentro um saquinho com o Dramin e 2 pacotinhos de Doguitos. Um ela conseguiu tirar de dentro e entregou para uma das comparsas (provavelmente a Tica), que rapidamente levou para seu esconderijo-edredom e ficou tentando rasgar a embalagem pra comer os bifinhos. O outro ela ficou tentando abrir na cena do crime mesmo (ou seja, dentro da mala que estava em cima da mesa). Conseguiu rasgar só o saquinho - acho que eu cheguei bem na hora. Claro que quando eu cheguei estavam todas atrás da porta com cara de inocentes - não peguei ninguém com a mão na massa. Mas só de olhar pra cara delas eu sei quem foi. E sempre é a Lica. Definitivamente maluca essa minha cachorra. Hoje tem churrasco de aniversário da minha prima, vim até o Shopping Frei Caneca comprar um presentinho e achei essa lan house recém inaugurada. Oba, assim não vou ficar tão incomunicável enquanto estiver em Sampa. Desculpem não responder os comentários, lan house é chato demais e já vou vazar daqui. Durante a semana eu volto. E torçam pra eu chegar em casa agora e elas não terem aprontado nada. Porque elas já estão sozinhas há 2h. Hehe.
Escrito por Kris às 10h53
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Meu vício por Lost se tornou completamente doentio. O episódio passa 4a à noite no Canadá e na 5a de manhã eu já baixei e estou assistindo. Uf.
Estou this close de desencanar do UOL. Porque o blog só dá problema, o template ficou merdado por dias e nem a menina do Feira Livre (que fez meu template) estava conseguindo entender as tags novas. Uma bagaça, como ela mesma disse.
O amigo brainwashed continua insistente e ontem eu descasquei. Confesso que achei que peguei pesado aqui no blog, fiquei até com medo de ele ler e ficar com raiva de mim, mas ontem ele me irritou. A chantagem emocional voltou - "Se você sente alguma coisa por mim..." e "Tudo bem, se você acha que já sabe tudo e não tem mais nada pra aprender...", alguns argumentos foram acrescentados ao enredo rocambolesco - "Você vai me agradecer para o resto da vida...", a tentativa de manipulação ganhou novos detalhes - "Eu fiz coisas que um ser humano normal não consegue fazer. Estávamos vendados, à noite, andando em um lamaçal, só tinha uma pessoa com uma bússola pra nos orientar. E eu peguei o bicho. Você só vai saber qual bicho é quando você fizer também..." (uhu, será que foi uma cobra?), chegamos ao ponto da súplica - "Olha, por mim, faça pelo menos o primeiro, se você não gostar eu nunca mais falo sobre o assunto!" (yeah, right), o delírio continuou - "Eu sei que você vai fazer o curso. Pode ser amanhã, daqui a 6 meses, eu sei que você vai fazer." e, finalmente, a maior pérola de todas: "É muito mais legal quando a pessoa é resistente como você. A transformação é muito maior.". Aí... foi pra conta. Eu disse tudo o que eu escrevi aqui e um pouco mais, acrescentei uns palavrões (porque eu já falei que eu sou boca-suja, né? É que aqui eu me controlo um pouco). Mandei pro pau. Falei até que ele era ridículo. Vocês não me conhecem - quando que quero pesar a mão, eu sou irônica, arrogante, desdenho e esculacho sem dó. À noite, eu e o Marcelo chegamos a uma conclusão: eu sou o desafio da vida dele agora. Porque ele já conseguiu levar uns amigos e tal, o pessoal gostou e, pelo visto, só eu falei não de cara. E ele é um cara super querido, super do bem, não deve ter tido dificuldades pra convencer as pessoas (embora tenha me confessado que ouviu umas 50 vezes que tinha sofrido lavagem cerebral). É por isso que estou falando tanto sobre o assunto - estou perdendo meu amigo, sabe? Tanto é amigo que estou tolerando essa história (já cortei gente da minha vida por muito menos). Tanto é meu amigo que, ao invés de ser sincera, eu poderia ter mentido que estava sem dinheiro ou que faria essa merda dentro de alguns meses - seria fácil enrolar. E ele acha - de coração - que está sendo meu amigo ao me apresentar (ou seria impor? rs) esta oportunidade de "mudar a minha vida" (bleargh). Só que eu envergo mas não quebro, meu bem. Ou é do meu jeito, ou não é. E o meu jeito é: quer ser meu amigo? Então não me imponha condições. E, acima de tudo: não tente me manipular. Ever. Porque eu posso ficar brava de verdade.
Escrito por Kris às 09h22
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E o assunto ainda rende. Un-fucking-believable.
Escrito por Kris às 12h00
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Eu não tenho tolerância nenhuma pra chantagem emocional e tentativa de manipulação. None whatsoever. Não sou cachorro mas já tomei picada de cobra e agora tenho medo até de barbante. Portanto, se você quiser me convencer de alguma coisa, seja assertivo e não subestime minha inteligência. Estou mordaz hoje, não? Me explico. Um amigo fez um desses cursos de auto-conhecimento (que mais me pareceu uma lavagem cerebral) e há 2 meses não fala de outra coisa. Até aí tudo bem, a partir de uma hora começa a encher um pouco o saco mas é só deixar entrar por um ouvido e sair pelo outro. O problema é que ele decidiu que eu tenho de fazer também. Abre parênteses: já fiz um seminário do tipo, chamado O Elemento Humano, que eu AMEI. Me virou do avesso, mudou minha vida, foi fantástico. Quando eu ainda estava trabalhando, participava de team buildings excelentes, que ajudavam (e muito) na construção de auto-estima, comunicação, inteligência emocional, etc (né, Edna?). Ou seja, eu sei o valor que estas atividades tiveram na minha vida, sei o quanto me ajudaram a crescer e tal. Fecha parênteses. Então. Primeiro ele me pediu pra entrar no site da empresa. So-so, nada excepcional. Vi que os cursos são baseados em programação neurolinguística (e aí começaram minhas reservas a respeito, já que hoje tem muito curioso usando essa metodologia em charlatanismo). Não fica claro no site e eu não me lembro direito, mas pelo que ele me explicou você tem de fazer os cursos em uma determinada ordem, um é pré requisito do outro, você não pode escolher o que quiser (hum...). Anyway. Continuei navegando, li uns depoimentos, legal. Quando li o mural... Me deu até arrepios. Todo mundo repetindo os mesmos "mantras", eu amo muito você pra cá, eu amo muito você pra lá, todo mundo é lindo, maravilhoso, iluminado, vencedor, guerreiro, ninguém mais vive sem ninguém ali, um blá blá blá do caralho. Ah, claro, eles descobrem que se amam depois de passar 2 dias juntos. Achei que só os mais fanáticos deviam escrever ali e confesso que cheguei a dar umas risadas com a tosquice. Beleza. Aí ele só me chamava no msn pra falar sobre isso e me convencer de que eu tinha de ir dali a 2 semanas (acho). Falei que não (vocês sabem o quanto sou direta, rs), mas que sabia como esses cursos são legais, já tinha feito alguns. Ele disse que não, que o dele é diferente, que eu não entendia nada de programação neurolinguística (so what?). Não conseguiu me convencer e partiu pra chantagem. "Se você é minha amiga e sente alguma coisa por mim, vai fazer o curso...". O QUÊ? Será que a chantagem emocional se aprende no curso ou essa parte ele acrescentou por conta própria? Depois de alguns dias, voltou com a ladainha - como se eu tivesse concordado em ir, entende? Delusional. "Então, quando você for, você vai adorar". Hã? E aí partiu para a (tentativa de) manipulação (ha.): "Ah, você vai carregar muitas pedras e beber muita água"; "Você vai poder escolher se vai dormir ou não com o Napoleão, mas pelo que eu te conheço, acho que vai. Fulana não quis, mas você eu acho que vai querer"; e repetiu o "mantra" principal, "1234", umas mil vezes. Não, não insulte minha inteligência. Não, é claro que eu não perguntei o que eram essas coisas. Na verdade eu estou cagando pra elas. Sem toda esta balbúrdia, pode ser que eu tivesse me interessado e - quem sabe? - avaliado seriamente a possibilidade de participar. En-tre-tan-to, it backfired. Peguei ódio mortal. Suponho que nem todos virem hardcore addicts, muita gente deve aproveitar a parte legal e seguir a vida. Mas se tanta gente fica fanática assim, hum, aí tem. Eu? Tô fora.
Escrito por Kris às 17h58
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É comum as pessoas acharem engraçado quando saímos na rua com as cachorras - primeiro por serem 3, segundo por serem tão diferentes uma da outra. Sempre nos perguntam se elas não brigam, se não têm ciúme e tals. Então vou contar como foi a nossa história. A Lica (dachshund) chegou em casa ainda filhote. Saiu do canil direto pra cá. Filha única, mimada, sempre dormiu na cama. Quando ela tinha quase 1 ano, eu cismei que queria outro cachorro. Desta vez queria adotar algum de rua, adulto. Nesta época eu já fazia parte de listas de protetores de animais, portanto recebia diariamente vários e-mails com notícias de animais resgatados, pedidos de ajuda, fotos, etc. Encontramos um machinho da raça dela, mas quando fomos apresentar os dois não deu certo: ele era agitado demais. Continuamos a procura e encontramos uma mesticinha de dachs, que na época já tinha uns 6 anos e se chamava Gorda. Não era muito bonita, era mais velhinha, chances mínimas de adoção. Conversei com a protetora (Luciane - que hoje é minha amiga) que a resgatou, expliquei que já tinha uma cachorrinha e ela me disse que esta era boazinha, se dava bem com outros cães, não teria problema. É importante conversar antes com a pessoa que está com o bichinho a ser adotado, pra saber se aceita outros cães, se avança quando chegamos perto da comida dele, se gosta de crianças, se já está castrado (o que acalma bastante), se é calmo ou agitado... Combinei de encontrá-la no sábado, no vet onde a gorda estava, em Cotia. Antes de eu sair de casa, ela me liga e diz "Kris, uma família passou lá hoje de manhã, adoraram a Gorda e a levaram..." ... "MAS tem outra cachorra lá, foi encontrada com a Gorda, ainda não colocamos pra adoção, quer ir vê-la mesmo assim?". Cheguei lá e me trazem a Gabi (que chamavam de "pintada"), mais ou menos 3 anos, marrom de tão suja, magrinha, toda simpática. Já estava castrada - esta turma de protetores que eu conheço só entrega animais castrados. A Lica voou pro colo do meu pai (que estava comigo), mas a Gabi queria ficar amiga dela, o que era um ótimo sinal. Tomou banho, uma dose de vacina, peguei no colo e não larguei mais. Cheguei em casa com as duas e a Lica passou a semana atrás do sofá, de medo da Gabi. Ela foi se acostumando aos poucos e acho que o fato de eu ficar em casa o dia todo ajudou bastante. Depois de 2 dias já atendia pelo novo nome e depois de 1 semana já estava treinada pra fazer sujeira no jornal. Na base do carinho e da recompensa - neste período de adaptação nós evitamos as broncas ao máximo. Nunca tivemos problema de briga, só umas avançadas por causa de ossinhos - aqueles de couro, com um nó em cada ponta, que demoram dias pra serem consumidos, sabe? Pois é, foram abolidos. Agora só temos aqueles palitinhos, que elas roem em minutos (ou segundos, rsrs), ou vergalhos, que duram mais tempo mas são fedidos de doer. Depois de 1 ano chegou a Tica... Mas esta é outra história.
Ju: se quiser saber mais alguma coisa, meu e-mail tá aí em cima. Ou deixa outro comentário, ok? Beijo
Escrito por Kris às 10h19
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sensacional
Dance, monkeys. Dance!
Thanks, Barbara.
Escrito por Kris às 12h39
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Fui pra São Paulo na semana passada, maior correria, mas foi legal. Cheguei na quarta à tarde, à noite fui com a Anna e as amigas dela até a Choperia Liberdade. Eu não conhecia, gostei bastante (apesar do atendimento ser um pouco atrapalhado). Preços bacanas, comida boa, decoração bem kitsch, gente de tudo que é tipo. Quatro mulheres tagarelando sem parar (e bebendo...) das 9 e pouco até as 3 da manhã. Sem noção. Na quinta fui com a minha irmã até a Pax. Ela é toda ligada em espiritualidade, meditação, cristais, cores, incensos, tuuuuudo que tem a ver com esse babado mais esotérico, fraternidade branca (eu não sei explicar direito, ué). Confesso que não é muito minha praia, mas ela estava querendo me levar faz tempo, então eu fui. Foi legal, fiquei conversando um tempão com um cara que faz o atendimento lá. Enquanto eu estava lá com ela, esperando, percebi que a bunda dela estava maior do que o normal! Perguntei "Sua bunda cresceu?!". Ela não respondeu porque chegou alguém bem na hora. Fiquei encafifada com isto o dia inteiro, rindo sozinha e achando que ela estava usando calcinha com enchimento, sabe? Pois é. Nada de enchimento. Ela pôs silicone!! Só minha irmã mesmo. Voltei na sexta à noite. Chegando na rodoviária já paguei o mico de ir bater na porta do ônibus que estava saindo, achando que era o meu (não, eu não olhei no relógio antes, portanto não vi que ainda não eram nove e quinze). Beleza, diversão para a platéia que estava esperando o próximo ônibus - o meu. Como eu sempre vou pra São Paulo em dias e horários variados, eu nunca sei direito quanto tempo vai demorar pra chegar - tenho uma noção e só. Se estou dormindo, eu percebo que o ônibus parou, arrumo minhas coisas e desço. Isto sempre funcionou - até esta sexta. Desta vez, o destino final da bosta do ônibus não era Marília - era Panorama, que fica a umas 3h daqui. E, além de mim, só tinha 1 policial pra descer aqui na rodoviária. Ou seja, na hora que eu me toquei, o motorista já estava fechando a porta pra ir embora. Dei um grito que eu ia descer, enfiei as botas sem fechar o zíper, catei meu cobertor e minha bolsa e saí correndo (sem olhar pra trás, óbvio) que nem uma pata choca, segurando as botas pra não saírem dos pés (porque aí seria demais). Levei um leve escorregão antes de sair, mas segurei o tchan e não caí. Detalhe: eram 3 e meia da manhã. Nem me lembro como peguei a mala, não me lembro de ter ligado pro Marcelo, só me lembro de ele ir me buscar, de chegar em casa e ver as meninas e ir dormir. Esclerosada...
Escrito por Kris às 10h37
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