BRASIL, Nordeste, SALVADOR, PITUBA, Mulher, de 36 a 45 anos, English, Italian, Animais, Livros, Culinária


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a língua

Mas comassim já faz quase um mês que eu atualizei? Será que eu passei uma semana dormindo e não percebi?

Bom.
Apesar da minha refinadíssima arte de evitar pessoas, eventually tenho que sair de casa e interagir com elas. E a forma de falar aqui, obviamente, é muito diferente. Eu me divirto. Muitas vezes não entendo uma palavra do que a pessoa me disse - e ela idem. Parece que um está falando em árabe e o outro em grego. A cara de "quê?" é mútua, seguida do silêncio de quem está repassando o som na cabeça pra ver se consegue identificar alguma das palavras. Não, normalmente não funciona. Como já estou acostumada que muita gente não entende o que eu falo, nem esquento a cabeça.
Acho que a diferença principal (pra quem não é do NE) é o uso do imperativo - é sempre "olhe", "me dê", "sente lá", "venha aqui". Não é grosseria, é o jeito de falar. Eu não estranhei, mas muita gente estranha, até porque o povo aqui grita muito pra falar.
Então vamos às palavras e às expressões que divertem mais a gente:

Pronto. Amamos o pronto e ainda não aprendemos a usar. Às vezes indica que a pessoa está concordando com você - "Eu vou lá, você vai também?" "Pronto!", às vezes significa ok - "Oi, cheguei pra cortar o cabelo" "Pronto, sente lá no lavatório", às vezes começa a frase, às vezes termina a conversa. Sei lá.

Oxe e oxente. Soooo cute. Acho que oxe é abreviação de oxente.

Leseira. Preguiça. Acho que essa todo mundo sabe, mas essa palavra é uma comédia. "Ai que leseira" cracks me up.
Assim como bora (vamos) e mainha. Não consigo ficar com a boca fechada cada vez que eu escuto. Painho não gosto. Me lembra ACM.

Retado. Pode significar ótimo ou irritado. Depende da frase. E "arretado" é coisa de paulista imitando baiano.

Deus é mais. É tipo "pelamordedeus".

Vixe maria!

Hiper. É o supermercado. "Cê vai no hiper?"

Machucador. É o pilãozinho de socar alho. Aqui se machuca o alho, não se soca o alho.

Vilage. Condomínio fechado.

Baba. Futebol com amigos, ahahahaha. E todo mundo fala.

Comer água. Beber. Mais usado no passado - "Comeu água ontem?"

Ó paí, ó! Olha isso!

De hoje a oito. Daqui uma semana.

De relógio. Significa que você está tentando dizer o tempo exato. Duas horas pode significar qualquer coisa em torno de 1 a 5h. Duas horas de relógio significam duas horas mesmo.

Outra particularidade é a seguinte: a letra r antes de consoante vira uma pausinha. Ma_celo, po_que, ba_zinho. Ahaha. Adoro.



Escrito por Kris às 21h51
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Ai! Voltei.
O tempo passa muito rápido, março chegou voando. E quanto mais eu acho que eu tenho que escrever aqui, menos eu escrevo. Tô mexendo na internet e penso - "Tenho que escrever no blog". Pronto. Bloqueia. Tenho uma aversão incrível a obrigações.
Quanto à vida na Bahia... Tem muitos absurdos aqui e confesso que metade das vezes a gente fica indignado e a outra metade acabamos rindo, porque não dá.
Ir ao supermercado, por exemplo. Depois da primeira visita você aprende que há 5 regras básicas:
1. Chegando ao mercado, pegue um monte de saquinhos de uma das bobinas onde ficam os vegetais e as frutas e coloque no seu carrinho. É de graça mesmo. Não interessa se você sabe que vai precisar só de 4. Vá até os tomates, pegue uns três e jogue dentro do carrinho. Faça o mesmo com as cebolas, batatas e limões. Calma, ainda não é hora de usar o monte de saquinhos que você pegou.
2. Tudo que não quebra nem vaza pode ser arremessado. Funciona assim: você pega uma batata na gôndola, vê que não é aquela que você quer e atira ela pra bem longe da sua vista em vez de devolvê-la calmamente de onde você tirou. Dê preferência para arremessá-la na pilha de batatas, mas se cair no meio dos chuchus lá atrás, tudo bem. A regra vale pra alface, pão, macarrão, biscoito, etc. Use a criatividade.
3. Se não der pra arremessar, bagunce. Misture os sabores de caldos, as sopas, os temperos, os cereais. Seja criativo mais uma vez.
4. Use o carrinho para abir espaço. Não há necessidade de pedir licença, o carrinho faz isto por você. Vale bater na bolsa, na bunda, nas pernas e nos braços. Passar em cima do pé não vale.
5. Pegue tudo que você gostaria de comprar, mesmo se não tiver dinheiro pra levar. Quando chegar no caixa, pegue as mercadorias em excesso e espalhe pelos caixas vazios, gôndolas de revistas e chicletes, geladeiras de refrigerantes. Enquanto suas compras passam, você fica pescando dentro do carrinho os vegetais que você tinha jogado lá inicialmente e vai colocando nos saquinhos. O resto dos saquinhos você larga dentro do carrinho mesmo.
Os empacotadores, então, dão medo. Depois de tomates arrebentados e pão que virou panqueca, separo um monte de coisa pra trazer na mão.
Não, não estou falando mal nem estou reclamando de morar aqui - pelo contrário, adoro morar aqui. Mas eu também adoro falar da falta de noção dos outros. He.



Escrito por Kris às 15h20
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Hoje acordamos com uma notícia muito, muito triste.
Ontem perdemos um amigo querido. Daqueles muito queridos, sabe?
Estamos meio assim, meio em choque, meio sem entender, meio abestalhados.
Amanhã é outro dia.



Escrito por Kris às 19h58
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Meu.
UOL é uma merda.
Giuro su dio. Apagou meu post e agora voltou.
Saco.



Escrito por Kris às 21h41
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Calminha que aos poucos coloco o blog - e a vida - em dia. Ainda tenho umas caixas da mudança pra arrumar e como já decidi que não vou ter faxineira aqui, tenho bastante trabalho cuidando da casa. Casa (ou apartamento, que é meu caso) perto da praia suja muito, a maresia meleca bastante. Dois dias sem passar um pano no chão e eu já começo a surfar aqui (o piso é porcelanato, que eu detesto, mas é um mal necessário). E a maresia destrói as coisas também, o que está me deixando bem preocupada principalmente com o notebook e o PC. Anyhoo. As cachorras já se acostumaram bem, de cara já aprenderam o toque do interfone - se esgoelam um pouco - e da campainha, que toca todo dia entre 15 e 16h - é o lixeiro. Não tem lixo nos andares, o lixeiro passa todo santo dia pegando o lixo de cada apartamento. 3 torres, cada uma com 15 andares, 4 apartamentos por andar. Do the math. Outra coisa engraçada: não tem "térreo". Vindo da rua, você entra entre o G1 e o G2. A entrada social fica no G2 - você sobe uma rampinha do portão até o elevador. O G1 é o que fica mais embaixo, o G4 é o mais em cima, aí tem o P (de piscina!) e depois os andares. Ou seja, na verdade não moro no 10º andar - moro somewhere between o 13º e o 14º, haha! Aqui também tem uma característica de várias cidades litorâneas que eu conheço - as pessoas identificam o lugar onde você mora pelo nome do prédio, não pelo número. E eu não moro pertinho da praia, dá uns 1000m até lá.

Bom. Nossa idéia, por enquanto, é fazer um passeio bem turistão a cada final de semana. Me divirto quando as pessoas vêm nos abordar, nos tratando como turistas, e a gente responde se fazendo de indignado - "Mas a gente mora aqui!". Haha.
Por enquanto ainda tenho problemas em entender o que algumas pessoas falam - tem gente que fala em árabe, for christ's sake -, e tem muita gente que não entende o que eu falo (aquela história de eu falar rápido e tal). Fora que eu tenho um sotaque estranho, pouca gente chuta "São Paulo" de cara. Quanto ao vocabulário, preciso anotar direitinho e escrever um post só sobre isso. Adoro o "proonto" e estou tentando aprender a usar. Tipo, estou no salão, a cabeleireira me pergunta: "Vai fazer uma escova, minha linda?" Eu: "Vou!" Ela: "Proonto. Sente lá no lavatório, então." O imperativo (verbal) também é uma coisa interessante no modo de falar.

No final de semana passado fomos ao centro histórico (mental note: tirar fotos das placas e menus traduzidos para o inglês, diversão garantida), neste final de semana fomos ao forte de São Marcelo no sábado e à praia no domingo, dia 7 - e comemoramos nosso aniversário de 11 anos. Sim, onze from the first date.
Seguem umas fotos. Estou colocando várias fotos no orkut também.
Meu, este post era pra falar sobre os hábitos das pessoas no supermercado e no trânsito e olha no que deu. Fica pra próxima.


Praça da Sé (29/11)


Terreiro de Jesus (29/11)
Vocês não imaginam o sucesso que esta camiseta fez.

 
(29/11)
Maria Mata Mouro


Terminal Náutico (6/12)
Estamos indo pegar o barquinho pra nos levar ao Forte São Marcelo, na Baía de Todos os Santos. Tá vendo ele lá atrás, redondinho?


Chegando no Forte, me equilibrando nesse bagulho que balaaaaança... (6/12)


No Buccaneros, que fica lá dentro (vale a pena entrar no site nem que seja só pra ver a 1a foto). (6/12)


Vista da orla de Salvador (olha o elevador Lacerda ali no cantinho) (6/12)


Mercado Modelo (o Terminal Náutico fica bem atrás). (6/12)


7/12/08 - 11 years!
Happy anniversary, happy anniversary, happy anniversary, haaaaaaaaaapy anniversary!
Praia do Flamengo, barraca Veleiro (habituées)



Escrito por Kris às 18h43
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FINALMENTE!

Em Salvador, com internet, com a casa mais ou menos arrumada, com um pouco mais de sossego.
Cheguei, gente! Un-fucking-believable. Demorou, tropeçou, quase melou, mas finalmente rolou.

(Pausa dramática: fui ao banheiro e acabei de achar uma barata. Putaquepariu. É a primeira! Matei com o chinelo na mão esquerda, sentada fazendo xixi, a Lica assistindo. Show.)

Então.
Chegamos sábado, dia 15. Nervoso lascado por mandar a Gabi e a Lica no porão, haja Frontal (e lágrimas). O vôo saiu na hora, tranqüilo, chegamos bem. Depois dou mais detalhes - agora vamos às fotos:


Elas ainda sem noção de que estavam prestes a entrar nas caixas. A decoração fica por minha conta - desenhei até umas carinhas nas etiquetas, hehe.

 
Gabi sendo despachada...


Minha cara de bosta, a Tica e a Lica nas caixas.


A Lica e a Gabi (atrás).


Gabi. Nesta hora o Marcelo já estava sozinho, eu tinha ido sentar com a Tica e chorar um pouco de preocupação.

 
Antes de trocarem a gente de lugar. A desculpa era que cachorro não pode viajar na 1a fileira (sendo que no check in acharam melhor sentarmos na 1a porque tem mais espaço pra levar a caixa), mas nos colocaram em uma fileira com um assento livre para a Tica. Go figure.


Minha cara de bosta II (a primeira foto ficou tão ruim que o Marcelo me pediu pra sorrir pra próxima. Saiu isso daí). Detalhe para a Tica robert no assento dela.


Mais relaxados. Chiquiti estava um anjo, não deu um pio.


Esta é só pra mostrar que ela ficou tão boazinha que dormiu de costas pra gente - esta é a bunda dela. Depois deitou de vez, de lado, largada, não levantou nem quando o avião desceu e deu aquela desacelerada. Não deu pra tirar foto porque a gente, sim, estava se segurando na cadeira. E ela lá, achando o máximo.

 
Esta é só pra dar inveja. Quem conhece Salvador sabe do que eu estou falando.


Saímos voando do avião e vimos a Gabi já no carrinho, tiraram as duas primeiro. Tá, vocês não devem estar encontrando a Gabi no negócio. Mas ela está aí. A Lica a gente só achou ampliando a foto em casa, rs.


Alívio. Tiramos as 3 das caixas no baggage claim mesmo, uma pessoa da TAM até nos trouxe uma tesoura pra cortar os lacres. Saí correndo com as 3 enquanto o Marcelo pegava as malas e pagava o táxi. Imagina a cara das pessoas quando eu saí pela porta automática com elas, todo mundo riu. Menos o segurança, que correu atrás de mim pra avisar, a 2m da porta de saída (quando ele me alcançou), que eu não podia andar com cachorro ali. Haha. Then sue me, honey.


A Lica estava latindo ainda, de ódio de vir presa na caixa. A gente escutava as duas latindo enquanto estávamos na esteira esperando, hehe. Agora é engraçado; na hora deu um desespero, porque você tem muitas instruções sobre o embarque e nenhuma sobre o desembarque - ficamos esperando que elas chegassem na esteira, mas você tem que pedir pra te entregarem. A gente esperando, elas latindo lá fora... Uma merda.

 
Indo pro táxi. O motorista nem gostava muito de cachorro, a gente nem perguntou, entrou com as 3 e beleza. Mudandiassunto: esse vestido engorda, af...


Em casa. Alívio, alívio, alívio.

E viva minha casa nova. Estou adorando.
Já adianto: sim, é bem menos quente que Marília, como eu já sabia e ninguém acreditava em mim. Quem está acostumado com praia sabe como é. Tem brisa o dia todo, refresca à noite, chove bastante.
Arrumamos boa parte das caixas - sobraram umas 10, que já estão parcialmente vazias (inicialmente eram 60 ou 50 e poucas, não lembro - boa parte o Marcelo arrumou antes de eu chegar). De todos os absurdos e bizarrices que podem acontecer em uma mudança, preciso destacar uma coisa: minhas havaianas encolheram. Todas. Sou daquelas que tem (tinha?) uma de cada cor. Impressionante. Diminuíram tipo 2 tamanhos, não dá mais pra usar. Já ouviu falar? Pois é.



Escrito por Kris às 20h11
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Logo eu leio os comentários, prometo.



Escrito por Kris às 23h42
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Sim, é um absurdo ficar 2 meses sem escrever nada. Ensaiei vários textos na minha cabeça, mas todos estavam cheios de lamúrias e reclamações. Como eu já disse, não vou escrever mais quando estou triste, chateada, puta da vida. E as últimas semanas não têm ajudado muito. A mudança saiu de Marília pra Salvador sem que eu pudesse participar da história e o que já estava meio chato se tornou um grande motivo de aborrecimento. Enorme mesmo. Pois é. Let's not talk about it.
Anyhoo.
Só me divirto mesmo com as palhaçadas das cachorras - porque se tem uma coisa nesse mundo com a qual eu tenho paciência, esta coisa é cachorro (sorry, concordância). Ontem eu fui correr (yeah, babe, tô correndo) na academia aqui do prédio. Alongo em casa, subo, aqueço 5min, corro 30 e desço. Ou seja, fico menos de 40min fora de casa.
Ontem de manhã eu fui ao mercado comprar farinha pra fazer um bolo salgado, sabe? Larguei a sacola do supermercado (com o pacote de farinha de trigo dentro) em cima da pia. Da pia, entendeu? Lugar alto? Então. Quando cheguei da corrida encontrei o seguinte:

É, ela babou essa meleca de farinha na minha calça de ginástica. Enfim.

A Lica, líder da merda, já estava se escondendo.

According to my mom, parece um cadáver com algodão no nariz, ahahahaha!

 

Veja que, além do focinho, as orelhas e as patas dianteiras estão enfarinhadas (e ela está se escondendo da bronca embaixo da cadeira).

A Gabi? Estava sossegada, minding her own business, no quarto. Porque precisa ser meio retarda pra gostar de lamber farinha, néam?



Escrito por Kris às 22h41
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Aaaaaaaaaaaaaai!
Gente, eu não desisti do blog, não. O problema é que está impossível escrever aqui. Não sei se alguém aí tem internet discada - mas aqui não funciona de jeito nenhum. Cai toda hora, o micro trava, já perdi vários textos, se escrevo no word a formatação fica louca quando copio pra cá. Por isto também não estou visitando ninguém - a caixinha de comentários não abre e é difícil não ter um ataque de fúria quando um blog demora minutos pra abrir. Orkut? Phew. Só com reza brava. Saravá.
Hoje fiquei uma hora e meia (sim, contei no relógio) pra mandar 3 e-mails pro Marcelo.
Pra baixar um episódio de LOST eu demoro umas 20h. Sem brincadeira. Considerando o cai-trava-desliga-liga.
Calma, calma, juro que eu volto. Desta vez não é falta de ânimo pra escrever - é que perder o texto toda hora tira o tesão de qualquer um.

De novidade só tenho a parada GLBT que eu fui no domingo. É O MÁXIMO.

Beijo



Escrito por Kris às 18h11
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Não paguei a conta do telefone e fiquei sem internet. Saco. Peraí que logo eu atualizo isto aqui. Historinhas e fotinhos na Bahia, historinhas e (talvez uma) fotinho no Rio. Sim, eu estou com medo da dengue, mas estou com mais medo ainda de ser assaltada, então não tirei nenhuma foto aqui. Que bobona, I know.



Escrito por Kris às 19h53
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Ontem à noite eu e o Marcelo fomos até a Bráz da Sergipe. A idéia era, obviamente, comer pizza. Estava cheia, ficamos no balcão tomando uns chopes e o garçom ofereceu uma entrada - burrata. Delícia, recomendo. Só que já é uma refeição pra 2 pessoas. Enorme. Quando a gente sentou, já sem fome, só pedimos um pão de lingüiça, mais uns chopes, batemos papo e fomos embora.
Pedimos o carro no valet e ficamos esperando um pouco. O carro chegou, o manobrista desceu e eu dei a volta no carro pra entrar - o outro manobrista abriu a porta pra mim. Quando eu entro no carro e olho, tem um homem no banco do motorista. Que não era meu marido. Nem o manobrista.
O Marcelo: "Ô! Esse carro é meu!"
O cara desceu do carro, bebum de tudo - estava até com o nariz vermelho - e perguntou (rindo) pro Marcelo: "Eeehh... Vocccê acccha que eu devvo ir dirigggindo ou atrásss?"
Hahahahahaha. Os manobristas, os amigos dele (que se dirigiram ao carro certo), o pessoal que estava na calçada, nós dois - todo mundo caiu na risada. A gente veio rindo até em casa, tive que correr pro banheiro. Depois ficamos imaginando se o cara tivesse saído com o carro, comigo dentro, o Marcelo correndo atrás...

Escrito por Kris às 22h35
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oba!

Promoção da Varig. 48 reais o trecho. Vou pra Salvador e pro Rio no mês que vem. Os 4 bilhetes mais as taxas de embarque saíram por menos de 270 reais. Yeeeeah, beibe. Sampa-Marília-Sampa, de ônibus, custa mais de 120.
Hoho.



Escrito por Kris às 18h27
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O babado já prometia ser tudo de bom por definição - coquetel, gravação, mais uma oportunidade de encontrar o Amorim e a Claudia, a Cris estava vindo do Rio e eu ia conhecer o Diogo Mainardi pessoalmente. Como nem tudo é perfeito, faltou o Marcelo (que está na Bahia), aquela que me agüenta há mais tempo nessa vida e o marido da Clau (que também foi deportado recentemente pro NE, rs).
Como eu sou a única pessoa que nunca pega trânsito em São Paulo e sempre chega cedo demais nos compromissos, demorei 20 minutos de casa (quase no centro da cidade) até Alto de Pinheiros (que é longe) às 6 e vinte da tarde. Ou seja, cheguei antes do coquetel começar. Sorte que já tinha umas 10-15 pessoas. O bar já estava aberto. Infelizmente (ho!) ainda não tinha nada não alcoólico e eu tive que tomar prosecco.
Como eu sei que eu chego cedo aos lugares, levei um livro e fiquei lá lendo, bebendo e esperando. Aí chegou a tia da Angélica e começou a puxar papo - uma fofa. Simpaticíssima, super orgulhosa da sobrinha, figura - no início da gravação ela já interrompeu os apresentadores e anunciou que era a tia da Angélica, hahaha. Anyhoo. Logo a Claudia chegou, depois a Cris, e as 2 horas do coquetel passaram voando.
A gravação começou pouco depois das 9 e terminou umas 10 e meia. Voltamos para o coquetel e continuamos tagarelando sem parar. Logo apareceu o Diogo (gente, ele é lindo. Desculpa, Marcelo!), muito tímido, com cara de cansado (gravou 3 programas no mesmo dia), fez uma socialzinha e foi embora. Depois apareceram os outros.
Já no finalzinho o Amorim falou que estava indo encontrar com uns amigos no The Fifties (que faz só meu hamburger favorito) e nos convidou. Uepa, lá fomos nós pro Itaim. Depois de 2 coquetéis, a pança cheia de prosecco e canapés, eu ainda tinha espaço pra um chope e um cheeseburger maiô.
Foi muito, mas muito legal. Pra mim a gravação acabou sendo não exatamente um detalhe, mas perdeu o posto de evento principal, digamos assim. Eu não esperava que o coquetel fosse ser tão gostoso (me senti de volta ao colegial com a Claudia e o Amorim. Seriously) e que eu ainda terminaria a noite no Fifties do lado de um monte de gente bacana. Difícil de explicar.


eu e a Creees


eu, a Fernanda (namorada dele - match made in heaven), o Amorim e a Claudia (que está no 8o mês de gravidez, dá pra acreditar?)



Escrito por Kris às 15h18
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15 anos do Manhattan Connection

Woohoo! Nesta quarta fui à gravação do especial de 15 anos do programa. Foi o máximo.



Escrito por Kris às 14h05
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Eu amo ler e adoro escrever. Leio muito, leio o dia inteiro, fico estrábica facilmente por conta disto, acabo forçando muito a visão (desculpa, eu consigo falar "a vista", mas escrever não dá). De vez em quando eu escrevo. Adoro escrever sem compromisso, escrever o que me dá na telha, falar das minhas cachorras, do Marcelo, dos meus amigos, das minhas orelhadas. Gosto de cuspir de raiva de vez em quando também. Muitas vezes a preguiça me vence e, apesar das idéias, não escrevo nada. I know.
Não tenho muita idéia de quantos leitores tenho no blog, não presto atenção nas pageviews e ainda não consegui colocar o google analytics (alguém me ajuda?). Me surpreendo quando conto alguma coisa pra algum amigo e a pessoa responde "ah, eu sei, eu li no blog". Como asseeem? Não é tão comum, mas acontece.
Ontem uma pessoa querida, que só conheço através da internet, me chamou no msn. Pra me dizer que há um tempinho estava com um problema, angustiada, se sentindo muito mal. Leu um texto meu e sentiu alívio. Se sentiu leve, compreendida. Reconfortada. Não me lembro das palavras exatas (naturalmente não gravei a conversa). Me senti feliz por ter ajudado mesmo sem querer. Ela chegou a me agradecer - agradecida fiquei eu. E emocionada (yeah, choro mesmo, manteiga derretida, just shoot me). Pessoa, eu gosto muito de você. Um beijo. Fique bem.



Escrito por Kris às 22h19
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